Alog cresce
32% no primeiro semestre e mira em aquisições
Mesmo diante das condições econômicas adversas, que afetaram seriamente
o setor de TI, a Alog, fornecedora de serviços de data center, conseguiu um crescimento expressivo de 32% no
primeiro semestre, quando faturou R$ 42 milhões, contra uma receita bruta de R$
32 milhões registrada em igual período de 2008.
Segundo a empresa, o crescimento foi impulsionado pela conquista de 175 novos
clientes no período, de diversos segmentos como de tecnologia, comércio
eletrônico, entretenimento, telecomunicações, construção civil, governo,
educação, indústria, varejo, comércio, engenharia, turismo e organizações
não-governamentais.
O diretor comercial da Alog, Eduardo Carvalho, diz que o crescimento do
primeiro semestre está de acordo com as metas da empresa para o ano, quando
prevê faturar R$ 85 milhões e registrar crescimento de 35%.
Para suportar essa expansão, a empresa planeja investir cerca de R$ 20 milhões
neste ano no aprimoramento dos serviços e da sua infraestrutura.
"Vamos investir em novos produtos e até o fim do ano deveremos lançar
entre oito e dez novas soluções no mercado. Além disso, a cifra também engloba
a expansão do nosso data center,
que é modular, por meio da compra de novos servidores, mainframes e maior
capacidade de energia elétrica."
Precisamos preparar nossa infraestrutura para a
chegada de novos clientes", afirma Carvalho. Atualmente, a empresa detém
dois data centers, um em São Paulo e outro no Rio de
Janeiro.
Da quantia total a ser investida, R$ 2 milhões já foram destinados a um projeto
de cloud computing que deverá ser lançado até o
último trimestre. Segundo o executivo, este é um mercado no qual a empresa
pretende atuar com força a partir do ano que vem. "O mercado de cloud computing está em crescimento, mas leva um tempo para
a solução ganhar maturidade. Queremos entrar nesse segmento com os pés no chão.
Apostamos em forte expansão desse mercado em 2010 e queremos
nos aproveitar disso para obtermos bons resultados", diz Carvalho.
A Alog também estuda a aquisição de empresas. Segundo o diretor comercial, a
companhia já mantém conversações com algumas companhias e a meta é comprar
alguma que complemente o seu portfólio de serviços e que traga base de
clientes. "Se houver uma oportunidade interessante, fecharemos negócio. Estamos observando, atentos", finaliza Carvalho.
Link: http://www.tiinside.com.br/News.aspx?ID=142106&C=265
Fonte: TI Inside
Data: 29/07/2009